Curso o Consultor de empresas SNIPER

Durante mais de 15 anos tenho me dedicado a oferecer minha experiência e conhecimento a empresários e empresas que necessitam de processo de “turnaround empresarial”.que significa  a recuperação do valor e da performance empresarial ou mudar substancialmente o desempenho de uma empresa ou, simplesmente, “virar o jogo”, não raro tirando-a de uma rota de declínio para colocá-la, novamente, em crescimento. Trata-se de uma mudança de rumo, ou seja, um redirecionamento para a obtenção de resultados superiores aos da média do mercado ou diferentes dos alcançados anteriormente, de maneira sustentável.

Em casos extremos, quando a organização apresenta sinais claros de crise, com enormes prejuízos, simplesmente enxugar o quadro não é uma saída. Torna-se necessário analisar todas as opções, o negócio em si, as condições internas e externas e, a partir daí, promover uma sequência de transformações.  Foram mais de 35  Empresas, mais de 5.000 horas de trabalho e mais de R$ 2 bilhões envolvidos nos processos. Muitas delas perpetuaram e figuram entre as grandes.

Em 2014  realizei palestras e projetos de treinamento empresarial que colaboraram com muitos profissionais na melhoria da performance no desempenho do trabalho.

Juntei todas as minhas horas de planejamento, projetos, metodologias, estratégias, negociações, estudos e pesquisas e “casos reais” e elaborei um curso para compartilhar com vocês.  Não simplesmente te entregarei  um curso (que muitas vezes parece e é uma tarefa árdua), mas caminharei continuadamente com você no trajeto rumo aos seus sonhos de ser consultor e ter uma vida prospera e independente. Você tem um aliado! Eu sei como te ajudar , eu vivo assim. Construí  minha   independência sendo um consultor de sucesso e e agora vou ajuda-lo a chegar lá de forma mais rápida e eficaz.

O Curso “CONSULTOR DE EMPRESAS SNIPER’  é um curso voltado a orientar você a estruturar a partir do “ZERO” sua empresa de consultoria.  CLIQUE  NO LINK : Curso de formação de consultor de empresas SNIPER e veja o conteúdo . Tenho certeza  que se você quer ser m consultor de alta performance este curso será um divisor de aguas na sua carreira.

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Roberto Uyvari Jr

 

 

 

Eu não digo para minha filha de 09 anos que eu estou saindo para trabalhar. Digo a ela todos os dias que estou saindo para construir um mundo melhor para ela

É sempre assim, quando estamos próximos dos extremos ou limites da capacidade de raciocínio, começamos a dar  ouvidos aos videntes do pessimismo, aos oráculos do fim dos tempos, aos precursores de Nostradamus! Os Urubus de plantão esperando as carniças  que sobram após algum incidente com vitimas.  Ora bolas penso eu, porque estou me preocupando novamente? Já sei um bocado sobre nossa essência do culto a tragédia, não  ligamos a TV todos os dias ou acessamos os blogs de noticiais para ficar assistindo o nascimento de  novos integrantes no planeta, ou  ouvir  noticias de um  país que mede o índice de felicidade chamado “Butão”,  acordamos cedo sim,cheios de adrenalina no sangue e tão  imediatamente pulamos da cama  queremos estar informados de todas as chagas que estão ocorrendo no mundo, logo ali na primeira hora do dia!

 

Ao invés de acordamos e investirmos 50 minutos de nosso tempo para meditar, alongar o corpo e planejar nosso dia de trabalho e assim visualizarmos um dia extraordinário, pulamos da cama e mesmo antes de escovar os dentes, ligamos a TV em um programa de noticias, pegamos nosso Smartphone e circulamos por todas as redes sociais e portais para saber o quanto será a carga de maldades do dia”  

E ai abastecidos  de todas estas noticias ruins,  partimos para um longo ardoroso dia de trabalho. Eu já fui assim um dia, portanto digo aqui com cátedra,

Você chega no trabalho e contamina toda sua equipe, alias, contamina tudo e todos que estão a sua volta

Pensei em um palavrão curtíssimo para sintetizar este sentimento, porém graficamente não posso expressa-lo.

Há exatamente 18 meses, após uma  experiência única  de treinamento de 03 dias junto com um grande grupo de Jovens empreendedores do mercado digital  eu há duras penas resolvi deixar de lado algumas verdades sedimentadas e com profundas raízes, devido a minha longa experiência profissional iniciar algumas práticas simples de mudanças lá proferidas  em minha vida pessoal e profissional.  Neste treinamento ouvi da própria boca de grandes profissionais e empresários de  muito  sucesso  palavras como : Gratidão, Propósito, NVC, Empatia, Mudança de pensamento, Felicidade, Redes colaborativas, Inteligência original, Obesidade emocional, etc.  Após o seminário fui a livrarias e comprei alguns excelentes livros citados durante as palestras e avido leitor devorei todos antropofagicamente,  também assisti alguns maravilhosos videos pelos canais gratuitos de internet e comecei a frequentar locais onde pudesse encontrar mais pessoas interessantes e alinhadas com a forma de pensamento “positivista e empático”

Em especial cito e recomendo  aqui o livro ” Grandes Erros” do filosofo Brasileiro radicado nos Estados Unidos Jacob Petry,  e foi em uma unica citação,  afirmo sim “uma única citação” colocada no momento certo que verdadeiramente mudou varias das minhas formas de pensar a partir dai. Recentemente estava pensando a respeito deste acontecido e hoje entendo aquele momento funcionou  como um “upgrade de versão em minhas memórias RAM e ROM” , igualzinha aos upgrades de softwares de computadores e Smartphones que os deixam sempre com uma versão mais nova e pratica para as utilidades que estão chegando. Hoje me sinto assim.

Neste post não estou escrevendo um texto baseado em técnicas de administração, engenharia, economia ou outra disciplina acadêmica qualquer. Estou escrevendo para alertar que a uma das chaves para ultrapassar a tempestade politica e econômica deste momento  acreditar que apesar dos pesares  o nosso  amanhã será diferente e próspero e iniciar a construção deste novo amanhã como nossos jovens filhos, tijolinho por tijolinho até a ultima telha. Temos que ser os modelos de tenacidade para o jovens que estão chagando no mercado de trabalho agora, temos que estar na frente puxando este cabo de guerra e convida-los através do exemplo e resiliência e não se deixar levar pelos pessimistas urubus de plantão. Eu  não digo para minha filha de 09 anos que eu estou saindo para trabalhar. Digo a ela todos os dias que estou saindo para construir um mundo melhor para ela, e assim faço meu dia  muito melhor pensando em construir um legado para ela e outras crianças que estão precisando de muito mais carinho e  solidariedade do que ela que tem a mim.

A máxima do livro do Jacob Petry é uma frase do grande senhorzinho Albert Einstein:

“Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo grau de consciência que o gerou”  

Para resolver o meu tive que podar meus galhos envelhecidos pelo tempo, arar a terra que estava a minha volta, adubar minha mente. Pronto novamente!

crédito imagem: tumblr

A Tecnofobia, Ja vivi este momento. Um déjà Vu!

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Já pararam para pensar sobre as consequências  de falhas de  comunicação entre os níveis hierárquicos  quando existe um desalinhamento natural entre as gerações  devido ao aparecimento  de novas ferramentas tecnológicas e a recusa da aceitação das gerações interiores. Estas disrupções transformam grandes profissionais, Leões da  gestão com anos e anos de experiência em Gatinhos que tomam leite no pires. No inicio dos anos 80 c0m o advento da internet, a fobia a tecnologia criou um bloqueio de comunicação entre a geração”Baby boomers”  que estava no comando dos grandes negócios e a geração “X” que chegava ao mercado de trabalho ávidos por utilizar estas as novas ferramentas a incrementar muito a produtividade dos negócios que estavam por vim. Um Presidente e Diretor não conseguia falar a língua dos E-mails, dos Sites, do telefone celular, do Scanner, sem falar das tecnologias de engenharia CAD,CAE e CAM. Precisavam que sua secretária se especializasse e aprendesse utilizar as ferramentas. O pior é que se recusavam a conhecer e aprender a utilização das novas tecnologias. Este distanciamento causou muitos prejuízos em empresas onde os gestores por quererem se manter na zona de conforto e segurança, não permitiam a atualização e tecnologia e utilização da ferramentas e nem a atualização de conhecimento de seus colaboradores. Um buraco negro na comunicação corporativa foi criado, pois os chefes não sabiam como falar com seus subordinados utilizando os meios e a nova linguagem que havia chegado. De um outro lado um grupo de Jovens destemidos e executivos seniors com espirito empreendedor visualizaram as oportunidades e iniciaram um saga na construção de negócios no mercado de internet e prosperaram a ritmo jamais vistos na historia da economia moderna: O nascimento da Dell computers, A Amazon, A google, Yahoo, E-bay, Nosso Mercado Livre, Mandic, O site terra, etc

A visão precisa e clara da evolução natural nos negócios levaram muitas pessoas a construírem um novo mercado prospero e seguro  apesar de novo e desconhecido

Neste exato momento tenho a sensação de estar passando por um Déjà vu

Déjà vu é um galicismo que descreve a reação psicológica da transmissão de ideias de que já se esteve naquele lugar antes, já se viu aquelas pessoas, ou outro elemento externo.  O termo é uma expressão da língua francesa que significa, “Já visto”

Agora a Geração”X” se confronta da mesma foma com a geração “Y”e “Z”, da mesma forma, a tecnofobia voltou, a recusa de alguns  profissionais  da geração “X”  em enxergar e utilizar  as novas formas de comportamento da tecnologias  oferecidas pelas mídias sociais, através do uso das ferramentas de comunicação on-line, através dos negócios realizados no mercado digital.Além do uso do Smartphone como ferramenta multi uso confundindo-se com os ativos geradores de capital, a internet das coisas chegando, o seu curriculum on-line disputando a visualização com milhares de pessoas, os arquivos nas nuvens, o  poder a acessibilidade, esta causando novamente um fosso de oportunidade para as empresas que sobreviveram e se recriaram nestes últimos anos e agora  tudo isso  que comanda a nova economia, comanda a movimentação de capital no mundo, determina quem para e quem continua no jogo dos negócios.

Observe se suas engrenagens estão enferrujando, redescubra o novo e reconstrua a ponte para que sua geração atrevesse de forma segura o caminho para se beneficiar das novas tecnologias e viver uma vida mais rica e prospera.

 

 

Você é o que você crê

 

Texto de –  Walter Longo –  Fonte Linkedin  –  Presidente do Grupo Abril.

 

Muitas vezes já ouvimos frases como “você é o que você come”, dos obsessivos por alimentação ou “você é o que você pensa”, proferida pelos estudiosos da psique humana ou ainda “você é o que você compartilha”, frase preferida dos assistencialistas e engajados do terceiro setor. Na verdade, tudo isso pode tangenciar a realidade, mas nada é mais claro para mim do que a importância da crença no destino das pessoas. A frase “você é o que você crê” deveria ser o conceito determinante que define o comportamento e, principalmente, a personalidade das pessoas.

Existem dois tipos de crença, a interna e a transcendente. A interna pode ser definida como a capacidade que a pessoa tem de acreditar em si mesma, se valorizar, ampliar seu grau de autoestima e acreditar piamente de que é capaz de qualquer coisa. Quanto mais alta for a crença interna, maior a coragem, a ousadia, a capacidade de empreender, ir mais longe e correr riscos.

A crença transcendente é aquela que atribui a uma força externa o resultado de uma ação ou decisão. Significa a fé que algumas pessoas têm numa espécie de anjo da guarda que as protege em todos os momentos. É bom frisar que a crença transcendente não exige necessariamente religiosidade. Pode ser chamada de sorte, destino já traçado, o “escrito nas estrelas” ou até “Deus é brasileiro”. Não importa a forma como a denominamos e sim a atitude de acreditar que algo, além de si próprio, está guiando seu destino e suas decisões.

Nossas crenças definem nosso destino…

Quem possui as duas crenças em alta dose, é uma pessoa perigosamente ousada, para o bem ou para o mal; ou vai mais longe ou pode logo quebrar a cara. Pessoas como Richard Branson, Elon Musk ou Ike Batista são bons exemplos dessa atitude risk taker assumida. São pessoas que arriscam seus negócios ao limite, dirigem quase sempre em alta velocidade, sentem que não precisam fazer checkup e têm menosprezo por quem é mais temeroso ou conservador. Já quando apenas uma das crenças está presente, a coragem ou ousadia é seletiva, depende do assunto ou tema.

Outro aspecto importante é como você introjeta ou projeta o que ocorre. Sempre que a crença em si mesmo é alta, qualquer problema é projetado para fora, para o outro. Dificilmente essa pessoa assume a culpa.

Não há dúvida que crer é sempre bom, estimulante e reconfortante. Mas não é possível forçar a crença. Acho que mesmo estimulá-la é uma tarefa inglória – ou você tem ou não tem. Pode existir a crença latente, que está presente dentro de você, mas ainda não aflorou. Isso é raro, mas acontece. Às vezes ela está adormecida pelo excesso de infortúnios, pela dureza da vida ou até pela desilusão emocional. E, de repente, ela ressurge e assume seu papel de destaque na vida daquela pessoa.

me gustas

Outra maneira de avaliar o índice de autoconfiança é a análise do “self atual” (o que você é) versus “self ideal” (o que você acha que deveria ser). Dizem que a distância entre o “self atual” e o “self ideal” é o que determina as pessoas a irem mais longe, ousarem mais ou exigirem mais de si mesmas.

Se a distância é pequena, sua atitude é de pouca luta, baixo risco e menor sucesso profissional. Por outro lado, maior satisfação pessoal e menor índice de stress.

Para grandes distâncias entre os dois selfs, a pessoa chega mais longe, luta mais, arrisca mais, mas se frustra mais também, e isso aumenta seu stress e reduz muito a chance de ser plenamente feliz e realizada.

A correlação entre uma curta distância entre os selfs e uma baixa autoestima parece clara, mas apenas numa avaliação precipitada. Por outro lado, a maior distância entre os selfs também não comprova uma elevada autoestima, mas a tendência é cristalina também. Pelo menos numa avaliação preliminar.

Por isso, pessoas são diferentes e se comportam de maneira multiplamente distinta. A dose de crença interna ou transcendente e a distância entre o self atual e self ideal formam uma equação a quatro incógnitas, que acaba gerando infinitas possibilidades de comportamento e atitude perante a vida

 

OS QUATRO COMPROMISSOS”

OS QUATRO COMPROMISSOS” , DE DON MIGUEL RUIZ

PEQUENO RESUMO DO LIVRO “OS QUATRO COMPROMISSOS” , DE DON MIGUEL RUIZ,

1 – PRIMEIRO COMPROMISSO:

SEJA IMPECÁVEL COM SUA PALAVRA

É o compromisso mais importante. É através da palavra que expressamos nosso poder criativo, quer seja através da fala ou do pensamento. É o mais poderoso instrumento que possuímos, e tanto pode ser usado para nos libertar como para nos escravizar.
O primeiro passo é ter consciência do poder da palavra. E aí então, torná-la impecável. Impecável significa “sem pecado”. Bom, mas o que é pecado? Pecado é quando vamos contra a nossa natureza mais íntima, a nossa essência. Ou seja, sempre que nos julgamos, estamos pecando. Sempre que nos julgamos, nos criticamos, nos culpamos, nos condenamos, estamos pecando. E isso cria uma série de conflitos em nossa vida. E assim sem percebermos vamos nos escravizando a esses conflitos.
Se passarmos a sermos impecáveis com nossa palavra iremos, pouco a pouco, re-criar nossa vida na direção do bem, do amor, da harmonia. E nos libertar do conflito.
Esse é um compromisso difícil de assumir, pois vai contra muito do que nos ensinaram. Por isso que é fundamental, antes de tudo, acreditar no poder da palavra, pois foi esse mesmo poder, usado erradamente, que criou tanto conflito em nossa vida.
O próximo passo é assumir consigo mesmo o compromisso de sermos impecáveis com nossa palavra. Devemos observar a nós mesmos, o que dizemos, o que pensamos, e ir modificando nossa palavra. Observar a forma como falamos com nós mesmos (nosso diálogo interior) e evitar qualquer pensamento de crítica, julgamento, culpa, substituindo- os por pensamentos de apoio, afeto, confiança, aceitação. Aos poucos vamos realizando também esse processo na forma como lidamos com os outros, como falamos com eles, como pensamos sobre eles.
Ser impecável com nossa palavra é usar nossa palavra para cultivar a semente do amor que existe em nós. É só em terreno fértil que esse amor pode crescer e frutificar.

2 – SEGUNDO COMPROMISSO:

NÃO LEVE NADA PARA O LADO PESSOAL:

Se você leva as coisas pro lado pessoal é porque, em algum nível, você concorda com o que está sendo dito.
Nós costumamos levar as coisas pro lado pessoal devido a uma coisa chamada “importância pessoal”. Achamos que tudo o que acontece a nossa volta tem a ver conosco. Será que tem mesmo?
O que os outros fazem, dizem ou pensam tem a ver com a forma como os outros vêem o mundo, e não tem nada a ver com você. Já parou pra pensar nisso?
Os outros vêem o mundo baseado nos compromissos que assumiram consigo mesmos (suas crenças) e isso não tem nada a ver com você.
Quando você se sente ofendido ou magoado por outra pessoa sua reação é defender seus compromissos (suas crenças) como algo certo, estabelecido, como uma “verdade”, quando são apenas suas crenças. Saiba que os outros não tem nada a ver com suas crenças.
Daí tantos conflitos e tanto caos criado em nossas vidas. Eu levo tudo pro lado pessoal, e os outros também. Eu defendo meus pontos de vista e os outros defendem os pontos de vista deles.
Não deveríamos levar nada para o lado pessoal, nem as críticas e nem os elogios.
Não levar nada para o lado pessoal é viver em estado de tal amor que todo o mundo ao nosso redor é visto por esse prisma, sob o ponto de vista do AMOR. Se vejo tudo com olhos amorosos, me liberto das críticas e até dos elogios.
O contrário do amor é o medo, e quanto mais medo tivermos em nós, mais levaremos as coisas para o lado pessoal, criando caos e conflito.
Escolha: quero ver o mundo com olhos medrosos? Ou quero ver o mundo com olhos amorosos? Assuma o compromisso de não levar nada para o lado pessoal, vendo tudo com olhos amorosos.

3 – TERCEIRO COMPROMISSO:

NÃO TIRE CONCLUSÕES:

Temos tendência a tirar conclusões sobre tudo, a presumir verdades.
É por isso que levamos tudo pro lado pessoal, porque acreditamos em nossas conclusões, em nossas “verdades”, e como criamos conflito por isso…
Buscamos conclusões porque buscamos nos sentir seguros.
Tiramos conclusões até de nós mesmos. De onde você acha que vem nosso autojulgamento? De nossas conclusões sobre nós mesmos!
Não tirar conclusões significa viver a vida como ela é, dinâmica, viva, aberta, eternamente em movimento. Pare de presumir verdades e simplesmente viva!

Claro que você pode saber mais sobre uma pessoa ou uma situação. Nesse caso, faça perguntas, quantas achar necessário, mas nunca ache que você detém toda a verdade. Tal coisa é impossível..

QUARTO COMPROMISSO:

DÊ SEMPRE O MELHOR DE SI:

Esse compromisso se refere a ação dos três compromissos anteriores.
Sempre dê o seu melhor, mas lembre que esse melhor nunca será o mesmo, pois tudo sempre está mudando. Lembra quando disse que a vida é dinâmica, aberta, sempre em movimento? Pois é! Por isso, não busque aquele melhor idealizado que só existe nos filmes e que nos ensinaram (esse melhor idealizado só serve pra nos criticarmos, pois nunca conseguimos atingi-lo).
Dar o melhor de si significa não se esforçar exageradamente nem fazer corpo mole. Dê o seu melhor de cada momento, nem mais, nem menos.
Quando você faz o seu melhor pode ter prazer na ação, ao invés de fazer as coisas apenas esperando resultados, apenas esperando a recompensa.
Dar o seu melhor é ser feliz desde agora!
Assim, você irá atingir um ponto em que tudo o que você faz é sempre o seu melhor.
Sempre que não conseguir manter um dos compromissos anteriores, não há problema, não se julgue, não se culpe. Você deu o seu melhor! E siga em frente.

Quando tudo parece um caos é sinal de que a vida se renova

Ontem a noite entrei em uma profunda necessidade de clareza,  estava dando continuidade a um livro que estou escrevendo sobre comportamento e após longos 35 minutos em frente a tela do computador tudo estava caótico. As idéias não conseguiam fluir da minha cabeça para o teclado do computador, mil coisas rolavam simultaneamente na minha mente e eu sequer conseguia dar sentido a uma  única forma de pensamento para me expressar. O mais incrível é que o discurso sobre o assunto estava na ponta da língua, havia falado sobre ele em diversos momentos em dias anteriores, até apliquei um teste de conceito sobre o assunto em um amigo e acreditem –  Foi muito satisfatório! Mas as palavras me faltavam no momento,  não fluíam e quanto mais eu pensava , mais difícil a situação se transformava. Eu só queria escrever, registrar e externar meu pensamento.

Foi ai que me lembrei da não sei porque da palavra “CAOS” e logo em seguida da famosa “TEORIA DO CAOS”  e lá fui eu “dar um google” para rever o assunto. E em uma edição da revista “SUPER INTERESSANTE” encontrei o seguinte texto:

“É uma das leis mais importantes do Universo, presente na essência de quase tudo o que nos cerca. A idéia central da teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer conseqüências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis – caóticos, portanto. Parece assustador, mas é só dar uma olhada nos fenômenos mais casuais da vida para notar que essa idéia faz sentido. Imagine que, no passado, você tenha perdido o vestibular na faculdade de seus sonhos porque um prego furou o pneu do ônibus. Desconsolado, você entra em outra universidade. Então, as pessoas com quem você vai conviver serão outras, seus amigos vão mudar, os amores serão diferentes, seus filhos e netos podem ser outros…

No final, sua vida se alterou por completo, e tudo por causa do tal prego no início dessa seqüência de eventos! Esse tipo de imprevisibilidade nunca foi segredo, mas a coisa ganhou ares de estudo científico sério no início da década de 1960, quando o meteorologista americano Edward Lorenz descobriu que fenômenos aparentemente simples têm um comportamento tão caótico quanto a vida. Ele chegou a essa conclusão ao testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar. Um dia, Lorenz teclou um dos números que alimentava os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, esperando que o resultado mudasse pouco. Mas a alteração insignificante, equivalente ao prego do nosso exemplo, transformou completamente o padrão das massas de ar. Para Lorenz, era como se “o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas”. Com base nessas observações, ele formulou equações que mostravam o tal “efeito borboleta”.”